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🇧🇷 localização, UX writing e soluções de comunicação.
Aqui eu falo de arte, linguagem, cultura e autoconhecimento te ajudo a encontrar a tua voz✨

Quando pensamos em networking, muitas vezes imagin Quando pensamos em networking, muitas vezes imaginamos uma performance social:
saber se vender, falar com todo mundo, parecer interessante.

Mas criar conexões profissionais não é performar um ideal.

É saber ler o contexto, se apresentar com clareza
e construir relações que façam sentido para você.

Antes de tudo, tem a ver com autoconhecimento. 
Porque formas de comunicação que funcionam para uma pessoa podem não funcionar para outra.

Essa e outras reflexões têm me acompanhado enquanto preparo uma oficina muito especial sobre networking e comunicação profissional – tema com o qual tenho uma longa trajetória de interesse e muita prática.

Aos poucos vou compartilhar mais ideias e também informações sobre a oficina.

Mas já adianto:
a comunicação não começa na técnica, começa em como nos entendemos.
Muita gente chega às aulas de proficiência achando Muita gente chega às aulas de proficiência achando que vai apenas revisar gramática, mas a verdade é que a prova não exige só conteúdo.
Ela exige interpretação auditiva e de texto, expressão oral e escrita – sob pressão. 

E, muitas vezes, o que impede o avanço não é o idioma em si.

Pode haver lacunas específicas em gramática ou vocabulário, mas também ansiedade, falta de autoconfiança, dificuldade de se expressar com autenticidade…

Nas minhas aulas, foco em identificar o que está por trás dos bloqueios.

Desatamos os nós identificando os fios embolados,
reconhecendo os pontos fortes e pontos frágeis.
Assim é possível tecer, com clareza, um caminho possível para a aprovação.

Vem comigo vestir-se de confiança,
assumir sua expressão autêntica
e ir em direção ao resultado prático desejado.

✨

Aulas de preparo para provas de proficiência em:
Inglês • Francês • Espanhol
Agenda aberta para março, abril e maio.

Formulário e mais informações no link da bio!
COMO EU APRENDI o gênero das palavras em francês COMO EU APRENDI o gênero das palavras 
em francês 

Se você estuda francês, já percebeu que nem sempre dá para confiar na comparação com o português.

Voyage, maquillage, baguette…
São palavras que reconhecemos por serem muito semelhantes, mas você sabe usar o artigo correto?

Já adianto: as terminações podem ser grandes aliadas! 

Segue essas dicas e já salva o post para consulta quando bater a dúvida!
Aulas de preparo para provas de proficiência – fra Aulas de preparo para provas de proficiência – francês, inglês e espanhol.
Agenda aberta para março, abril e maio ✨

Já muito contente com os primeiros resultados, resolvi trazer mais informações sobre as aulas.

Unindo metodologia, estratégia e dicas práticas, vamos identificar bloqueios e desatar nós que podem ter origem em ansiedade, autoconfiança ou lacunas em gramática e vocabulário.

A proposta é clara:
entender seus pontos fortes e seus pontos fracos para construir um caminho realista até a aprovação, com base na sua autenticidade.

Vem comigo tecer essa trama em direção ao resultado prático desejado.

Formulário e mais informações no link da bio.
O carnaval é linguagem viva. E a linguagem é um do O carnaval é linguagem viva.
E a linguagem é um dos nossos principais territórios de reconstrução.

É por meio dela que reafirmamos quem somos, de onde viemos e como queremos existir no mundo.

No último post, refleti sobre viver entre mundos e culturas diferentes – e sobre como a brasilidade nos acompanha nas nossas formas de habitar novos lugares e construir novas conexões.

Por isso, o Pausa & Palavra desta semana é especial.

No Brasil, chegamos ao final dessa grande festa em que a memória coletiva se põe em movimento, a cultura ocupa as ruas e vislumbramos outros modos de existir pela alegria.

Reconstruir modos de vida passa, essencialmente, pela linguagem.
E tem maior expressão individual e coletiva que o carnaval?
Um espaço livre para se ver e se rever.

Entre culturas, idiomas e contextos diferentes, aprendi que comunicar é também reconstruir pontes, sentidos e pertencimentos.

O que você reconstrói quando se permite ocupar espaços com a própria voz?
Holaa! A apresentação do Benito no Super Bowl no ú Holaa!
A apresentação do Benito no Super Bowl no último domingo trouxe reflexões por aqui também… além de muita alegria, né?

Como imigrante e profissional que transita entre idiomas e comunicação, já faz um tempo que existir entre mundos é minha forma de estar aqui: vivendo, criando, traduzindo realidades.

E o que se cria no entre?
Entre tantas coisas, uma identidade expandida, linguagem própria e muitas pontes.

O importante é lembrar que ninguém pode nos dizer quem nós somos.
Às vezes podemos até nos confundir um pouco – somos tantas coisas – mas sabemos de onde viemos. 

E o coração que pulsa brasilidade, latinidade, nos acompanha na nossa forma de habitar novos lugares e construir novas conexões – por dentro e por fora.
Existir entre mundos não é perder a origem, muitas vezes é até se aproximar mais ainda, só que de formas diferentes.

Caso você também viva entre realidades, conta pra mim como acontece por aí?
Desde o famoso networking, a comunicação no trabal Desde o famoso networking, a comunicação no trabalho exige habilidades que, embora muita gente não saiba, são treináveis.

Comunicar-se em outro idioma e/ou país demanda um pouco mais, mas o caminho é muito parecido, porque segue a mesma regra: 
antes da fala, a comunicação pede a leitura do contexto. 
É o que eu chamo de leitura de campo.

Por isso, antes de falar, aprendi a observar: o entorno e a mim mesma.
A escuta interna e externa são nossos primeiros grandes passos.

Criar mapas mentais, anotar padrões e escutar o que gerava tensão ou leveza no meu corpo me ajudou a encontrar um jeito mais claro de me comunicar – e, principalmente, mais verdadeira. Um jeito meu de me expressar em um contexto diferente do meu.

No fim, comunicar bem demanda entender onde você está, quem está com você e como a sua verdadeira expressão pode criar pontes.
Já parou pra pensar na origem das palavras que usa Já parou pra pensar na origem das palavras que usamos? 

Muitas vezes, queremos expressar uma opinião, sentimento ou nosso entendimento sobre algo, mas parece que o vocabulário não dá conta.

Uma chave poderosa é voltar à etimologia. Puxar o fio das palavras que vêm à mente, até encontrar aquela que faz um clique por dentro, tornando quase intuitivo se expressar de uma forma verdadeira. 

Trouxe o exemplo da palavra “coragem”, que vem de “coeur”, coração, em francês, com origem no latim. 
A coragem não é ausência de medo, é algo que vem do coração ❤️ é agir a partir dele, mesmo sem garantias ou certezas sobre o resultado. 

Uma coisa é certa: retomar o sentido das palavras nas nossas mãos nos devolve o poder de nos comunicarmos com autenticidade.

Voltar à origem das palavras é recuperar a emoção que ela costumava ter. Voltar à origem é, muitas vezes, o caminho pra seguir adiante com mais verdade. 🔑
Você mandou bem no networking e conseguiu aquele t Você mandou bem no networking e conseguiu aquele trabalho internacional. Parabéns!

Agora, seguem os desafios da comunicação…

Comunicar-se em outro idioma não é apenas traduzir pensamentos: quando o idioma muda, mudam também as regras implícitas, o tom, a voz, até a própria forma de pensar. 
E, muitas vezes, o que se espera de você.

Comunicação profissional é também leitura de campo: é preciso ler contextos e ajustar a forma de dizer.

A boa notícia? É possível aprender!
E, em todo tipo de linguagem, existe um jeito só nosso de expressar. Que tal encontrar o seu?

No próximo post, seguimos aprofundando:
o que é, afinal, leitura de campo e como praticar.
O que realmente cria e sustenta conexões é a comun O que realmente cria e sustenta conexões é a comunicação.

Eu aprendi na prática que networking, em vez de performance social, é uma habilidade comunicacional. 

E, no Brasil, uma boa comunicação começa no bom português:
no jeito de abordar, de escrever, de se apresentar, de escutar.

Esse carrossel é o primeiro passo para apresentar a oficina que está saindo do forno.
Me acompanha aqui? ✨

E não esquece de enviar pra quem sempre diz que “não leva jeito pra isso”!
Dirigir na neve ou coisas que não imaginamos ser c Dirigir na neve ou coisas que não imaginamos ser capazes

Nas experiências do dia a dia, me conecto com reflexões que me levam ao crescimento – do meu potencial, da minha autoconfiança e das minhas habilidades.

Existem ferramentas dentro de nós só esperando as condições certas para emergir.
E, quase sempre, isso exige atravessar o desconforto.

Pra mim, a comunicação é esse desafio constante.
É o que permite circular por uma cidade nova, criar vínculos, trabalhar, amar.
É nossa ferramenta de existir.

Como mãe, imigrante e empresária, precisei desenvolver habilidades que antes nem passavam pela minha imaginação.
Aprendi a comunicar minha experiência em um mercado novo, construir confiança e criar espaço para o meu trabalho aqui.

Sigo nesse movimento de ampliar perspectivas, conectar saberes e tecer ideias que sustentem crescimento pessoal e profissional.

✨ E se você está precisando de um empurrãozinho nesse caminho:
no fim do mês vou realizar uma oficina gratuita de networking e alguns horários para acompanhamento personalizado em comunicação em inglês no trabalho.

Me acompanha aqui que logo compartilho mais detalhes!
Hoje é Dia do Leitor no Brasil, e aqui na BBG, eu Hoje é Dia do Leitor no Brasil, e aqui na BBG, eu quis transformar a data em algo mais amplo:
✨ o Dia da Leitura Viva ✨

Leitura é uma das bases da minha empresa: sustenta minhas traduções, guia minhas escolhas de tom e voz, alimenta minha criatividade e fortalece a comunicação inclusiva que defendo tanto.

Para celebrar, reuni 7 maneiras de ler mais — e melhor — em 2026.
Não é sobre quantidade, mas sobre presença, consciência e conexão com quem somos e quem queremos alcançar por meio das palavras.

Que este seja um ano de leituras que ampliam horizontes, criam pontes e tornam a nossa comunicação mais humana.
Criar com palavras também é observar. É contemplar Criar com palavras também é observar.
É contemplar, pausar e sentir.

Em um tempo que valoriza velocidade e desempenho, a gente facilmente esquece que criação precisa de espaço: não nasce só do esforço, mas principalmente da pausa.

Nosso repertório criativo é feito do que vemos, do que escutamos, do que o corpo percebe antes mesmo de virar palavra. Vem do despertar dos sentidos e da escuta dessa voz interna que pede tempo. 

Por isso, entrar em um projeto e sustentar a criatividade também passa por desacelerar e ouvir o corpo: mudar de posição, respirar, deixar que o pensamento se mova junto com ele.

“Se a tradução trava, é preciso parar.
Ir ao banheiro, pegar uma água, buscar o esmalte de unhas.
Se a tradução trava, é preciso destravar o corpo.” 
(Laura Wittner, em Viver e traduzir. 
Editora Bazar do Tempo, tradução de Paloma Vidal e Maria Cecília Brandi)
2025 foi um ano que me desafiou a olhar para o meu 2025 foi um ano que me desafiou a olhar para o meu próprio trabalho sob uma nova perspectiva.

Nem sempre é simples avaliar o que já fazemos há tanto tempo, mas é um passo atrás necessário para poder seguir em frente com mais direção, estratégia e consciência do alcance que temos.

Tem sido encantador puxar os fios das diferentes tramas de conhecimento com as quais trabalho e idealizar projetos cada vez mais costurados e alinhados entre si. 

Gratidão por acompanhar as reflexões e projetos que tomaram forma no espaço da BBG ao longo desse processo!
A gente se encontra em 2026 com ainda mais intenção, clareza e autenticidade. 

💗
Onde há fio, há fogo: e é dele que nasce a transfo Onde há fio, há fogo: e é dele que nasce a transformação.

Entre mundos que parecem distantes,
o que faço é tecer sentido: 
escuta, cultura, linguagem e intenção.

É nesse fio que eu trabalho.
Na prática, vira clareza, experiência efetiva
e conexão real com quem está do outro lado.

Quer saber mais do que aprendi circulando entre tantas áreas?
Me acompanha aqui!
Nem todo projeto fala a mesma língua, mas todos pe Nem todo projeto fala a mesma língua,
mas todos pedem sentido.

Na BBG, tradução, criação e linguagem não partem apenas do assunto, mas da forma como pessoas vivem, entendem e interagem com ele.

Ao longo do tempo, trabalhando com áreas muito diferentes, percebi um fio 🧶 comum:
não é o tema que guia o trabalho, é a experiência que ele precisa criar.

E é dessa forma que conecto mundos sem perder coerência:
com escuta, cultura, intenção e atenção ao contexto.
Tem idioma mais diverso que o português? Difícil! Tem idioma mais diverso que o português? Difícil!

Mesmo assim, a gente vive uma onda já estendida de bowl, roadmap, to do list, é sobre, no fim do dia, call… e por aí vai. Na era de comunicação global, os anglicismos foram virando atalho, moda ou até muleta no nosso vocabulário.

Mas basta trazer o olhar à nossa língua pra lembrar:
palavra é o que não falta.

Nem precisamos entrar no vasto mundo de expressões regionais pra saber que tem palavra pra tudo – muitas vezes, mais de uma.
Palavras e expressões que carregam histórias, afetos e sentidos que nos traduzem de um jeito único.

Uma língua viva, múltipla, inventiva… e nossa!

Me conta: qual anglicismo mais escapa sem você perceber?
E salva esse post pra lembrar de usar o que é nosso. 💙
No último sábado, dia 29 de novembro, tive a oport No último sábado, dia 29 de novembro, tive a oportunidade de falar sobre comunicação inclusiva com pessoas que disponibilizaram um tempinho do final de semana para refinar ainda mais suas habilidades linguísticas e cognitivas. 

Gostaria de agradecer por cada contribuição, comentário e interesse em ouvir sobre um dos assuntos que fazem parte do meu propósito maior: propagar a palavra como um ato de magia que parte do amor e respeito mútuo.

Ainda estou absorvendo o tanto que, de quebra, eu aprendi nesse processo (que começou em junho e me testou até o último segundo - e sobre o qual eu venho contar mais em breve). 

Para quem tiver interesse, o encontro ficou gravado e ficará disponível gratuitamente até o dia 29 de dezembro. 

Logo tem mais!
Muito animada por aqui e esperando vocês para uma Muito animada por aqui e esperando vocês para uma horinha de trocas criativas, inspiradoras e úteis para quem trabalha ou se interessa por comunicação! 

Oficina de comunicação inclusiva na prática, das 11 às 12h (Brasil), amanhã (sábado, 29 de novembro). 

Te vejo lá?!
Em uma década atuando com tradução, UX, escrita e Em uma década atuando com tradução, UX, escrita e comunicação digital, percebi algo essencial: as mensagens que realmente funcionam são aquelas que acolhem – com escolha cuidadosa das palavras.

Com o tempo, aprendi também que é no exercício – analisando exemplos reais, revisando fórmulas automáticas e fazendo escolhas mais conscientes – que é possível destravar uma escrita que acolhe e se torna mais clara, humana e estratégica.

Na oficina Entre vozes e silêncios: uma comunicação inclusiva na prática, vamos colocar essa intenção em movimento: escolher palavras com presença, estruturar mensagens com cuidado e criar conexões que chegam onde precisam chegar.

Vem compartilhar essa prática comigo? ✨ (link na bio)
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Logo of BBG Languages: the initials of the owner Bruna Beatriz Gabriel

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