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🇧🇷 localização, UX writing e soluções de comunicação.
Aqui eu falo de arte, linguagem, cultura e autoconhecimento te ajudo a encontrar a tua voz✨

Junho acabou, mas como boa brasileira eu já tô pen Junho acabou, mas como boa brasileira eu já tô pensando nas festas julinas.

Dessa vez, fui pesquisar de onde vem a palavra quermesse, porque esse é exatamente o tipo de curiosidade que me prende por horas, não posso evitar…

Dessa vez, fui pesquisar de onde vem a palavra quermesse, porque esse é exatamente o tipo de curiosidade que me prende por horas, não posso evitar…

A língua carrega história em cada sílaba, e essa palavra viajou longe antes de chegar às barraquinhas, à fogueira e ao forró das festas juninas — que, de tão boas, acabam se esticando por julho em muitas regiões. 

A língua carrega história em cada sílaba, e essa palavra viajou longe antes de chegar às barraquinhas, à fogueira e ao forró das festas juninas — que, de tão boas, acabam se esticando por julho em muitas regiões. 

É isso que me encanta na linguagem: há palavras que guardam séculos de cultura, encontros e transformações.

É isso que me encanta na linguagem: há palavras que guardam séculos de cultura, encontros e transformações.

Me conta qual é a tua parte favorita da festa junina?
O que criamos é um reflexo das nossas experiências O que criamos é um reflexo das nossas experiências, pensamentos, trajetórias… um alinhamento de todos os aspectos do nosso eu.

Por isso só nós podemos fazer o que fazemos. Essa é a grande potência.

Qual é esse projeto pra você hoje?

#pausaepalavra #rickrubin #thecreativeact #atocriativo
Esses dias, parei para assistir ao vôlei feminino Esses dias, parei para assistir ao vôlei feminino e saí de lá pensando em comunicação inclusiva... faz sentido?

Os jogos do Brasil estão a toda — não só no futebol, temos motivo de sobra para ficar em frente à TV e torcer. A quase virada das gurias do vôlei me prendeu, mas foi outra coisa que me chamou mais a atenção.

Um simples comentário, uma voz diferente do habitual.

Uma voz nova em um espaço majoritariamente masculino, uma expressão traduzida, uma sensação de naturalidade. As três coisas juntas não são acaso.

É simples, mas não é bobo.
Diversos estudos, incluindo um da Forbes, apontam que clientes esperam cada vez mais inclusão das empresas. E inclusão também está na linguagem.

Me conta qual expressão em inglês você já não aguenta mais ouvir, sendo que o português dá conta muito bem?
O pausa e palavra surgiu por alguns motivos, mas n O pausa e palavra surgiu por alguns motivos, mas no fundo acho que a razão vem de um lugar simples: a leitura é o que pausa significa pra mim. 

Nos dias cheios, o momento em que consigo parar quase sempre é quando estou com um livro. É o meu descanso, o que me renova.

Por isso, hoje o pausa quer saber: qual é esse momento por aí?

O que você faz quando pode parar de verdade? Qual é o pequeno prazer que encaixa na rotina corrida?

Pode ser muitas coisas: um episódio de série, parar num café, caminhar, conversar com alguém próximo… me conta nos comentários?

#pausaepalavra
Não basta traduzir: é preciso preservar a experiên Não basta traduzir: é preciso preservar a experiência.

Quando falamos em localização, falamos em muito mais do que traduzir palavras: são diversas adaptações necessárias. 
Além de considerar cultura, buscando sempre a naturalidade, também precisamos pensar a experiência, com escolhas que garantam a interação esperada.

Saber como trabalhar as palavras quando o objetivo do usuário não é ler, mas completar uma tarefa, diferencia uma boa localização.

Querem mais dicas de localização/UX por aqui?
Hoje diretamente da reflexão nos stories! Como um Hoje diretamente da reflexão nos stories!

Como um instrumento vivo, a linguagem também é um campo de disputa permanente.
É também por meio dela que tomamos o nosso lugar.

#pausaepalavra
Relembrando a aula inaugural do curso de Localizaç Relembrando a aula inaugural do curso de Localização Estratégica para Produtos Digitais, em parceria com a @translators101.

É sempre um prazer trocar sobre linguagem, cultura, experiência do usuário e comportamento.

Ao longo da aula, exploramos exemplos práticos de páginas da App Store, Steam, Canva, CTAs e microcopy – analisando como as escolhas de localização impactam clareza, confiança, naturalidade e conversão.

O curso está chegando ao fim essa semana, mas… a boa notícia é que temos nova turma prevista para agosto! Mais detalhes em breve.
Dar nome é uma forma de organizar a experiência. Dar nome é uma forma de organizar a experiência.

Encontrar a palavra certa possibilita a compreensão. Por isso nomeamos: como forma de colocar algo no mundo, dar forma, compreender ou acessar.

Quando chegamos a uma palavra, deixamos de lidar apenas com sensações difusas e passamos a enxergar contornos.

Talvez seja por isso que eu me interesso tanto por linguagem. As palavras não servem apenas para comunicar ao mundo quem somos: elas também nos ajudam a descobrir.

Um livro que chegou recentemente por aqui trata exatamente disso: o Atlas of the Heart, da Brené Brown, fala sobre a importância de desenvolver uma linguagem para as emoções. Ele ainda não está em português, mas tenho a sensação de que essa leitura ainda vai ganhar nome, espaço e companhia por aqui... (aguardem!)

Porque, no fim das contas, dar nome é também dar movimento: ao reconhecer, podemos transformar nossa relação com aquilo que sentimos e abrimos caminho para comunicar isso ao mundo.
Uma nova língua é também uma nova casa: para pesso Uma nova língua é também uma nova casa: para pessoas e livros.

Que versões de suas já nasceram em outro idioma?

#pausaepalavra
Ninguém é exatamente a mesma pessoa em todos os id Ninguém é exatamente a mesma pessoa em todos os idiomas, e isso pode assustar.

É que uma língua carrega junto toda uma cultura. 
Um jeito de pensar, de sentir, de se relacionar — com o ambiente e com as pessoas ao redor. 

Quando aprendemos um novo idioma, não é só um novo vocabulário: somos apresentadas a uma nova forma de estar no mundo.

E aí vem o estranhamento: quem sou eu quando falo essa outra língua? Por que me sinto diferente, menos eu?

Muitas vezes, é só falta de familiaridade com essa nova versão de si. E ela precisa de tempo, repertório e experiências reais.

Observe-se.

Se você sente que trava, talvez o problema não seja falta de fluência. Talvez você ainda não se conheça bem nesse novo espaço.
Alcançar a fluência em outro idioma exige tempo, d Alcançar a fluência em outro idioma exige tempo, dedicação e muita prática… já sabemos. 
Mas será que sabemos o caminho para a fluência de si? 

Afinal, encontrar a própria forma de comunicar 
não é um caminho tão automático assim.
Muitas vezes, sabemos o idioma, mas:

- travamos na hora de falar
- sentimos insegurança 
- não conseguimos expressar quem realmente somos.

E isso acontece também no nosso idioma de origem: comunicar bem demanda um processo quase sempre invisível.

Sabemos que a comunicação aparece do lado de fora: queremos clareza, confiança, fluidez. 
O que comunicamos, porém, é sempre a nossa narrativa interna.

Para uma voz potente existir, primeiro é preciso silenciar. Pra alcançar a fluência de si, é preciso escuta.

Esse é o primeiro passo para transformar chumbo em ouro na comunicação.
Um viva (e um respiro) aos começos. #pausaepalavr Um viva (e um respiro) aos começos.

#pausaepalavra
Esse feedback me lembrou por que eu faço o que faç Esse feedback me lembrou por que eu faço o que faço, além de deixar o coração quentinho.

Falar de emoções em uma aula de localização pode parecer desvio de rota. Pra mim, é exatamente o ponto: localizar é traduzir experiências humanas, e experiências humanas têm emoção.

Emoções e linguagem não são assuntos separados, nunca foram. 

É preciso pensar: que emoções e reações eu quero despertar em cada experiência?
Você não lê uma página na internet… você escaneia. Você não lê uma página na internet… você escaneia. 

Pra ler na internet, a gente segue padrões que a maioria das pessoas desconhece, e que fazem toda a diferença na hora de escrever ou localizar um produto digital. 

Esses são alguns dos comportamentos quando falamos de UX writing e localização estratégica, mas que servem para todo mundo que quer compartilhar mais por aqui.

Afinal, não custa repetir: 
comunicar bem começa por conhecer quem está do outro lado. 

Salva pra não esquecer!

#bbglanguages #uxwriting #localização #comunicação
Quarta-feira e… que tal uma pausa? O Pausa e Pala Quarta-feira e… que tal uma pausa?

O Pausa e Palavra já vivia nos stories por aqui, e agora ganha dia e formato novo.

Os livros sempre foram esse lugar onde eu vou para descansar: um refúgio. E em um mundo cada vez mais urgente e utilitarista, esse refúgio é mais necessário.

A agenda segue cheia – cursos, aulas, projetos – e é exatamente por isso que a pausa importa: como parte do movimento.

Então esse é o convite: vamos parar pra ler?

#pausaepalavra
Localizar experiências digitais para toda uma cult Localizar experiências digitais para toda uma cultura vai muito além da escolha de palavras. 

Amanhã, quinta-feira (7 de maio), às 17h do Brasil, espero vocês para a aula inaugural do curso que darei em parceria com a @translators101, a partir da semana que vem. 

Nosso foco da aula/oficina será nas traduções de marketing, ou seja, o trabalho de vendas, convencimento e engajamento que fazemos ao entregar experiências digitais naturais para um público diferente do original. 

Link na bio… ou por DM. Só chamar 😉

Até logo!
Você escreve para quem você está falando? Às vezes Você escreve para quem você está falando?
Às vezes o problema não é o conteúdo, é pra quem ele foi escrito.

Esse é um trecho da oficina Entre vozes e silêncios: comunicação inclusiva na prática, em que vimos como pequenas escolhas de linguagem podem incluir — ou afastar — sem que a gente nem perceba. E como soluções simples (e criativas) transformam a forma como a mensagem chega:

“Quanto tempo você está disposto a investir?” vira “Quanto tempo você se dispõe a investir?” Só isso. Uma palavra. Sem perder nada o conteúdo.

Comunicar bem é considerar quem está do outro lado.

#uxwriting #comunicaçãoinclusiva #linguageminclusiva
O mercado de tecnologia não para de crescer, e não O mercado de tecnologia não para de crescer, e não basta saber “apenas” traduzir — a tradução, por si só, já é um mundo imenso, mas é preciso estar por dentro da localização se você quer se destacar profissionalmente. 

Pensando nisso, desenvolvi um curso voltado para a Localização estratégica de produtos digitais com foco no público brasileiro, em parceria com o pessoal da incrível @translators101 💅

A aula inaugural acontece semana que vem, e o link para se inscrever já está na bio. Assinantes Premium da Translators 101 já têm acesso garantido. 

Venha aprender a localizar para marketing e descubra estratégias que vão desde o pensamento crítico para vendas até fundamentos de UX Writing. 

#translation #localization #apps #fintechs #edtechapp
Os livros sempre tiveram um lugar importante na mi Os livros sempre tiveram um lugar importante na minha vida – foram pausa, companhia e trouxeram formas de ver o mundo com mais camadas.
Também são um meio de aprender, imaginar e organizar ideias.

Para quem cria, são fundamentais no repertório.
Mas eu iria além: toda vida merece mais encantamento.

Nesse Dia do Livro, compartilho algumas leituras que têm me acompanhado.
Gosto de transitar por diferentes universos literários, e essa seleção resume bem o que costuma aparecer por aqui.

Já conhecia algum desses?
Me indica um estilo ou livro que tem lugar especial na sua estante!
Comunicar-se no trabalho pode ser simples, mas é p Comunicar-se no trabalho pode ser simples,
mas é preciso destravar.

Antes de pensar em networking, apresentações ou entrevistas, existe um passo anterior (e, muitas vezes, o mais difícil): ter clareza.

Clareza de quem você é profissionalmente, entendendo a forma como você se comunica melhor e sabendo que tipo de relacionamentos deseja construir.
Networking não precisa ser performance.

Nos últimos tempos, tenho pensado bastante nisso enquanto preparo uma oficina sobre networking como habilidade comunicacional.

A ideia é olhar para networking não como performance social, mas como uma prática de comunicação que começa no autoconhecimento.

Quer mais detalhes em primeira mão? 
Comenta “quero”!
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