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🇧🇷 localização, UX writing e soluções de comunicação.
Aqui eu falo de arte, linguagem, cultura e autoconhecimento te ajudo a encontrar a tua voz✨

A tela do seu produto pode estar gramaticalmente p A tela do seu produto pode estar gramaticalmente perfeita, e mesmo assim não converter nada.

Na tradução, é importante encontrar a palavra certa, mas localizar é saber o que vai gerar ação. O que leva o usuário ao clique muda de mercado pra mercado, de local para local.

A forma como vai soar natural ou o que vai despertar motivação está muito além do idioma: é preciso conhecer a cultura.

Pensar nessas diferenças é trabalho da localização estratégica.

#LocalizaçãoEstratégica #UXWriting #Localization #ProdutosDigitais #translatorlife
E se o que precisamos para desbloquear soluções cr E se o que precisamos para desbloquear soluções criativas não for um momento de iluminação, mas experimentar, testar, errar e usar os momentos de inspiração de forma organizada?

Esperar a ideia perfeita pode estar limitando a nossa criatividade.

Na live “criatividade, transcriação e linguagem inclusiva na localização”, vamos falar sobre como podemos desenvolver a criatividade para solucionar desafios na localização de produtos digitais, equilibrando desafio e habilidade, algumas estratégias e formas de aprimorar esse “músculo” que tão importante.

A live acontece nesta quinta-feira, 27/8, às 18h.

Link na bio!
No universo de experiências digitais, muitas vezes No universo de experiências digitais, muitas vezes nos deparamos com desafios complexos, mas que uma boa dose de criatividade pode resolver sem tanta dor de cabeça.

As adaptações nos pedem jogo de cintura e um olhar criativo.
Toda adaptação criativa é uma negociação entre intenção, cultura e limite técnico.
 
Por isso, na live “criatividade, transcriação e linguagem inclusiva na localização”, vamos abordar as diferentes formas de criatividade, equilibrando desafio e habilidade, algumas estratégias e formas de aprimorar esse músculo que é tão importante na localização. 

Já adiantamos que é preciso tolerar ambiguidades, testar possibilidades e aceitar que raramente existe apenas uma solução correta. 

Também faremos exercícios de reformulação, pensando em linguagem inclusiva e como implementar nas microdecisões dentro de um projeto, que impactam diretamente a interface e a experiência do usuário (UX).

Link para inscrição na bio!

Data: 27/8, quinta-feira 
Horário: 18h
Local: no site da @translators101
Poderia ser só um “e foi esse o momento em que me Poderia ser só um “e foi esse o momento em que me apaixonei”, mas era Isabel Allende escrevendo. 

Começando a leitura de A Casa dos Espíritos já com a certeza de que nunca é tarde pra se encantar com um clássico. 💛

Qual a tua citação favorita?

#pausaepalavra #acasadosespiritos #isabelallende
Após o sucesso da primeira turma, abrimos as inscr Após o sucesso da primeira turma, abrimos as inscrições para a segunda edição do curso “Localização estratégica para produtos digitais com foco no mercado brasileiro”. 

Nos encontros, falamos de experiência do usuário como ponto de partida para qualquer decisão de tradução e localização, passando por temas como criatividade, UX writing, ferramentas e muito mais. 

As aulas começam em duas semanas e ocorrem às terças e quintas, das 17h às 19h. O valor do primeiro lote está com desconto de 400 reais para inscrições feitas até o dia 28! 

Dúvidas? Pode chamar que a gente responde ✨
5 coisas que estou estranhando desde que voltei ao 5 coisas que estou estranhando desde que voltei ao Brasil! 

Se adaptar a uma nova cultura não é um processo simples, mas voltar também tem suas estranhezas… A gente se acostuma tanto com algumas coisas que nem sempre se dá conta daquela máxima: só tem no Brasil.

Depois de um tempo vivendo em outra cultura, voltar para casa pode ser um novo processo de adaptação. Algumas coisas que antes pareciam normais passam a chamar a atenção, enquanto outras começam a fazer falta.

Quem já morou fora ou voltou para o Brasil depois de um tempo no exterior vai entender.

Que outra coisa do Brasil só parece normal até conhecer outros lugares?
Foi aqui que pediram indicações de leitura? O pau Foi aqui que pediram indicações de leitura?

O pausa e palavra é nosso espaço de literatura na página, e segue crescendo com a interação de vocês. 🧡

O primeiro vídeo vem direto dos stories, falando sobre esse livro que me arrebatou nos últimos tempos e eu tenho recomendado por aí: 

A correspondente já está disponível no Brasil, com tradução para o português.

Já leram? O que acharam?

#pausaepalavra #dicasdelivros
Vamos falar sobre o bicho-papão do networking? Na Vamos falar sobre o bicho-papão do networking?

Na minha trajetória na tradução, sempre busquei encontrar e fortalecer conexões. Nem sempre foi fácil, mas aprendi no caminho que construir uma rede de contatos faz parte da carreira, e não precisa virar uma grande performance – pelo contrário!

Na oficina do dia 6/8, quinta-feira, vamos destrinchar o networking, esse conceito que apavora tanta gente, principalmente pessoas introvertidas, e conversar sobre os medos mais comuns. Afinal, como demonstrar interesse sem parecer interesseiro(a)?

E me conta aqui nos comentários: qual é o seu maior bloqueio quando o assunto é networking?

A oficina é gratuita e aberta a pessoas de todas as áreas.

Quando? Quinta-feira (6/8), às 16h
Onde? Online, pela plataforma da @translators101 
Link para inscrições na bio!
Oficina de networking aberta e gratuita! Essa vai Oficina de networking aberta e gratuita!

Essa vai ser a live de lançamento da segunda turma do curso de Localização estratégica para produtos digitais, em parceria com a @translators101.

A gente ouve isso o tempo todo: gente travando na hora de puxar assunto, sentindo que está forçando a barra, com medo de parecer que só quer alguma coisa... é uma queixa tão comum que decidimos abrir essa conversa, em uma oficina gratuita.

Vamos falar sobre comunicação, presença e como construir conexões que não parecem estratégia de vendas (e nem precisam ser).

O acesso vai ser pela plataforma da @translators101 e o link para inscrição em breve estará na bio!
Quinta, 6/08, às 16h. Te espero lá 🧡
A última resume bem 🙆‍♀️ kkk alguém mais assim? A última resume bem 🙆‍♀️ kkk alguém mais assim?
Imagine que você recebeu a palavra “save” para tra Imagine que você recebeu a palavra “save” para traduzir no meio de um projeto de localização.

Sem contexto: sem saber se era um botão, uma promoção ou um aviso para “salvar as alterações antes de sair”.

Quando recebo algo assim, vou atrás de referência, pergunto à equipe, testo possibilidades. Em português, dependendo do que “save” significa ali, a tradução muda completamente. “Salvar” e “economizar” não são nem de longe a mesma coisa.

Assim é o dia a dia de quem trabalha com localização: o texto nunca é só o texto. É a tela, o momento, a intenção por trás daquela palavra.

Passa pro lado e vê o que aconteceu quando a gente finalmente teve o contexto certo 👉

#localização #localization #uxwriting
Palavras escritas são eternas. 💛 Virginia Evans, Palavras escritas são eternas. 💛

Virginia Evans, em The Correspondent.
#pausaepalavra
Junho acabou, mas como boa brasileira eu já tô pen Junho acabou, mas como boa brasileira eu já tô pensando nas festas julinas.

Dessa vez, fui pesquisar de onde vem a palavra quermesse, porque esse é exatamente o tipo de curiosidade que me prende por horas, não posso evitar…

Dessa vez, fui pesquisar de onde vem a palavra quermesse, porque esse é exatamente o tipo de curiosidade que me prende por horas, não posso evitar…

A língua carrega história em cada sílaba, e essa palavra viajou longe antes de chegar às barraquinhas, à fogueira e ao forró das festas juninas — que, de tão boas, acabam se esticando por julho em muitas regiões. 

A língua carrega história em cada sílaba, e essa palavra viajou longe antes de chegar às barraquinhas, à fogueira e ao forró das festas juninas — que, de tão boas, acabam se esticando por julho em muitas regiões. 

É isso que me encanta na linguagem: há palavras que guardam séculos de cultura, encontros e transformações.

É isso que me encanta na linguagem: há palavras que guardam séculos de cultura, encontros e transformações.

Me conta qual é a tua parte favorita da festa junina?
O que criamos é um reflexo das nossas experiências O que criamos é um reflexo das nossas experiências, pensamentos, trajetórias… um alinhamento de todos os aspectos do nosso eu.

Por isso só nós podemos fazer o que fazemos. Essa é a grande potência.

Qual é esse projeto pra você hoje?

#pausaepalavra #rickrubin #thecreativeact #atocriativo
Esses dias, parei para assistir ao vôlei feminino Esses dias, parei para assistir ao vôlei feminino e saí de lá pensando em comunicação inclusiva... faz sentido?

Os jogos do Brasil estão a toda — não só no futebol, temos motivo de sobra para ficar em frente à TV e torcer. A quase virada das gurias do vôlei me prendeu, mas foi outra coisa que me chamou mais a atenção.

Um simples comentário, uma voz diferente do habitual.

Uma voz nova em um espaço majoritariamente masculino, uma expressão traduzida, uma sensação de naturalidade. As três coisas juntas não são acaso.

É simples, mas não é bobo.
Diversos estudos, incluindo um da Forbes, apontam que clientes esperam cada vez mais inclusão das empresas. E inclusão também está na linguagem.

Me conta qual expressão em inglês você já não aguenta mais ouvir, sendo que o português dá conta muito bem?
O pausa e palavra surgiu por alguns motivos, mas n O pausa e palavra surgiu por alguns motivos, mas no fundo acho que a razão vem de um lugar simples: a leitura é o que pausa significa pra mim. 

Nos dias cheios, o momento em que consigo parar quase sempre é quando estou com um livro. É o meu descanso, o que me renova.

Por isso, hoje o pausa quer saber: qual é esse momento por aí?

O que você faz quando pode parar de verdade? Qual é o pequeno prazer que encaixa na rotina corrida?

Pode ser muitas coisas: um episódio de série, parar num café, caminhar, conversar com alguém próximo… me conta nos comentários?

#pausaepalavra
Não basta traduzir: é preciso preservar a experiên Não basta traduzir: é preciso preservar a experiência.

Quando falamos em localização, falamos em muito mais do que traduzir palavras: são diversas adaptações necessárias. 
Além de considerar cultura, buscando sempre a naturalidade, também precisamos pensar a experiência, com escolhas que garantam a interação esperada.

Saber como trabalhar as palavras quando o objetivo do usuário não é ler, mas completar uma tarefa, diferencia uma boa localização.

Querem mais dicas de localização/UX por aqui?
Hoje diretamente da reflexão nos stories! Como um Hoje diretamente da reflexão nos stories!

Como um instrumento vivo, a linguagem também é um campo de disputa permanente.
É também por meio dela que tomamos o nosso lugar.

#pausaepalavra
Relembrando a aula inaugural do curso de Localizaç Relembrando a aula inaugural do curso de Localização Estratégica para Produtos Digitais, em parceria com a @translators101.

É sempre um prazer trocar sobre linguagem, cultura, experiência do usuário e comportamento.

Ao longo da aula, exploramos exemplos práticos de páginas da App Store, Steam, Canva, CTAs e microcopy – analisando como as escolhas de localização impactam clareza, confiança, naturalidade e conversão.

O curso está chegando ao fim essa semana, mas… a boa notícia é que temos nova turma prevista para agosto! Mais detalhes em breve.
Dar nome é uma forma de organizar a experiência. Dar nome é uma forma de organizar a experiência.

Encontrar a palavra certa possibilita a compreensão. Por isso nomeamos: como forma de colocar algo no mundo, dar forma, compreender ou acessar.

Quando chegamos a uma palavra, deixamos de lidar apenas com sensações difusas e passamos a enxergar contornos.

Talvez seja por isso que eu me interesso tanto por linguagem. As palavras não servem apenas para comunicar ao mundo quem somos: elas também nos ajudam a descobrir.

Um livro que chegou recentemente por aqui trata exatamente disso: o Atlas of the Heart, da Brené Brown, fala sobre a importância de desenvolver uma linguagem para as emoções. Ele ainda não está em português, mas tenho a sensação de que essa leitura ainda vai ganhar nome, espaço e companhia por aqui... (aguardem!)

Porque, no fim das contas, dar nome é também dar movimento: ao reconhecer, podemos transformar nossa relação com aquilo que sentimos e abrimos caminho para comunicar isso ao mundo.
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